Genial este videozinho que encontrei no blog Tudo, Tudo, Mais Tudo Mesmo.
O guitarrista Brodie Cumming juntou em uma única, ehm, “música” 100 dos maiores riffs de guitarra de toda a história.
Claro que não existe lista definitiva para esse tipo de coisa, então não se OFENDAM se determinado riff de sua preferência acabou ficando de fora.
Divirtam-se aí tentando descobrir de onde vem cada um, ou, se preferirem, usem a “cola” que deixei aí embaixo com a listagem completa.
1 Stairway To Heaven – Led Zeppelin
2 Smoke on the Water – Deep Purple
3 Sweet Child O' Mine – Guns & Roses
4 Wanted Dead Or Alive – Bon Jovi
5 Layla – Eric Clapton
6 Black Magic Woman – Santana
7 No More Mr. Nice Guy – Alice Cooper
8 Beat It – Michael Jackson
9 Crazy Train – Ozzy Osbourne
10 Dr. Feelgood – Motely Crue
11 Smells Like Teen Spirit – Nirvana
12 Sweet Home Alabama – Lynyrd Skynyrd
13 Cowboys From Hell – Pantera
14 Enter Sandman – Metallica
15 Mister Sandman – Chet Atkins
16 One Step Closer – Linkin Park
17 Back In Black – AC/DC
18 Purple Haze – Jimi Hendrix
19 Black Dog – Led Zeppelin
20 Crazy On You – Heart
21 Immigrant Song – Led Zeppelin
22 Bulls On Parade – Rage Against the Machine
23 Unchained – Van Halen
24 Bad To The Bone – George Thorogood
25 Johnny B. Goode – Chuck Berry
26 Surfing with the Alien – Joe Satriani
27 Money For Nothing – Dire Straits
28 Cult Of Personality – Living Colour
29 Start Me Up – Rolling Stones
30 Sunshine of your Love – Cream
31 Runnin' with the Devil – Van Halen
32 Hells Bells – AC/DC
33 Foxy Lady – Jimi Hendrix
34 Frankenstein – The Edgar Winter Group
35 Aqualung – Jethro Tull
36 In-A-Gadda-Da-Vida – Iron Butterfly
37 Carry On Wayward Son – Kansas
38 (Don't Fear) The Reaper – Blue Oyster Cult
39 Cemetary Gates – Pantera
40 Ain't Talkin' 'Bout Love – Van Halen
41 Walk This Way – Aerosmith
42 Tonight 'm Gonna Rock You (Tonight) – Spinal Tap
43 Life in the Fast Lane – Eagles
44 Come As You Are – Nirvana
45 Zero – Smashing Pumpkins
46 Nothin' But A Good Time – Poison
47 Round n Round – Ratt
48 It's Not Love – Dokken
49 Rock and Roll, Hoochie Koo – Rick Derringer
50 Norwegian Wood – Beatles
51 Under The Bridge – Red Hot Chili Peppers
52 Kashmir – Led Zeppelin
53 Train Kept A-Rolling – The Yardbirds
54 Blackbird – Beatles
55 Eye of the Tiger – Survivor
56 All Along the Watchtower – Jimi Hendrix
57 Brown Eyed Girl – Van Morrison
58 Ace Of Spades – Motorhead
59 Breaking The Law – Judas Priest
60 King of the Hill Theme – Brian David Blush/Roger Meade Clyne
61 All Right Now – Free
62 Are You Gonna Go My Way – Lenny Kravitz
63 When I Come Around – Green Day
64 Trilogy Suite Op.5 – Yngwie Malmsteen
65 Born To Run – Bruce Springsteen
66 Pretty Woman – Roy Orbison
67 Day Tripper – Beatles
68 Panama – Van Halen
69 Born To Be Wild – Steppenwolf
70 More Than A Feeling – Boston
71 Cat Scratch Fever – Ted Nugent
72 Bark At The Moon – Ozzy Osbourne
73 Hair Of The Dog – Nazareth
74 No More Tears – Ozzy Osbourne
75 Just A Girl – No Doubt
76 Iron Man – Black Sabbath
77 Sweet Emotion – Aerosmith
78 Pride And Joy – Stevie Ray Vaughn
79 Sharp Dressed Man – ZZ Top
80 Machine Head – Bush
81 Black Or White – Michael Jackson
82 Sultans Of Swing – Dire Straits
83 Hey Joe – Jimi Hendrix
84 Whole Lotta Love – Led Zeppelin
85 10 Years Gone – Led Zeppelin
86 Wild Thing – The Troggs
87 Owner Of A Lonely Heart – Yes
88 Magic Carpet Ride – Steppenwolf
89 I Love Rock N ' Roll – Joan Jett & the Blackhearts
90 Brown Sugar – Rolling Stones
91 La Bamba – Los Lobos
92 China Grove – Doobie Brothers
93 You Really Got Me – Van Halen
94 Wipe Out – The Surfaris
95 House Of The Rising Sun – The Animals
96 Dust In The Wind – Kansas
97 Rhiannon – Fleetwood Mac
98 Susie Q – Creedence Clearwater Revival
99 Voodoo Child – Jimi Hendrix
100 Eruption – Van Halen
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
F1 2009 - GP DA ITÁLIA
A FIA aumentou a altura das zebras do circuito de Monza afim de evitarque os pilotos cortassem caminho. O piloto-videogame Jarno Trulli, não
se intimidou com isso e teria até tentado utilizar as zebras como atalho
para entrar nos boxes, por cima do muro.
Mais um GP de Monza e confesso que achei um tanto chata a prova. Fora um ou outro momento interessante, a corrida não proporcionou nada de muito espetacular, apesar da insistência do Galvão Bueno em afirmar o contrário. Aliás, eu queria que a prova terminasse o quanto antes, só para não ter que ouvir o Galvão falando sobre a reportagem que fez com o Fernando Pessoa na Bélgica, onde descobriu que cavalo também faz esteira, tem um monte de gente cuidando dele, etc. Haja saco.
De qualquer maneira, na pista, corrida taticamente perfeita da Brawn, com o Barrica terminando em primeiro e o Button em segundo, pra mim já praticamente selando o campeonato deste ano. Muita gente argumenta que o Barrichello tem chances, coisa e tal, mas o fato é que a diferença ainda é grande – 14 pontos – e os dois estão na mesma equipe. Ou seja, em condições normais, se tudo vai bem pra um piloto, deve ir também para o outro, o que significa que, mesmo que o Barrica ganhe as quatro provas restantes, a tendência natural é que o Button não chegue muito atrás dele.
Além disso, com a corrida fraquíssima da Red Bull, o Vettel e o Webber praticamente anulam suas chances de levar o campeonato. O próprio Button já havia cantado a bola, lá no começo da temporada, que a melhor coisa que podia acontecer era o fim do domínio avassalador da Brawn e Red Bull, justamente para pulverizar a distribuição de pontos ao longo das corridas, evitando que alguém pudesse descontar a enorme vantagem do inglês.
Pois foi exatamente isso que aconteceu. A Ferrari melhorou, a McLaren melhorou, até a FORCE INDIA melhorou e, pensando bem, SÓ a BMW parece que não melhora nunca. E agora ninguém mais chega no inglês, a menos que aconteça um milagre como o que levou o Raikkonen ao seu título mundial em 2007, contra o Hamilton e o Alonso. Difícil.
O piloto finlandês, por sinal, parece ter desenvolvido uma relação kármica com a Force India. Faz duas corridas que ele leva um carro da equipe indiana a reboque, como se fosse um trailer. O Fisichella não vai admitir, mas deve ter dado um pouco de desespero ver o Sutil ocupando a posição que era dele na última corrida – de papel higiênico do Kimi. O alemão ficou colado na bunda do finlandês da primeira à última volta enquanto o italiano sofria com a Ferrari lá atrás.
Mas se o Fisico não se entendeu direito com a Ferrari, o Liuzzi fez bela prova na outra Force India, não terminando nos pontos só porque o carro quebrou.
Outro italiano, o Jarno TROGLO, proporcionou um momento divertido na prova pelo seu habitual estilo “se você não me dá passagem, pelo lado, eu passo POR DENTRO”. A entrada que ele deu no Nakajima teve a mesma “finesse” que criança pequena jogando videogame de corrida no modo indestrutível. Valeu pela boa manobra do Glock, que se aproveitou da barbeiragem do italiano e fez uma bonita ultrapassagem na curva Di Lesmo.
E por falar em trogloditagem, o que foi o acidente do Hamilton na ÚLTIMA VOLTA? Ele não tinha mais como ultrapassar o Button, estava com o pódio garantido, ia tirar importantes pontos na diferença que separa a McLaren da Ferrari na classificação... e jogou tudo fora na última volta. Sei lá. Acontece, mas não devia.
Claro que o Barrica e o Button não tinham nada com isso e o brasileiro agora iguala o número de vitórias de seu ainda convalescente compatriota Felipe Massa, com 11.
Como disse no começo do post, mesmo que ele ganhe as 4 que restam, é improvável que ele abocanhe o título. Mas, com 15 vitórias e nenhum título, o Barrica entraria para os anais da história da F1... como o SEGUNDO piloto que mais ganhou sem ter conseguido ser campeão mundial, a uma vitória do genial Stirling Moss.
Vice Maria, hein?! (urgh)
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
VOCÊ TWITA COMO EU TWITO?

Tentei. Juro que dei uma chance ao Twitter, mas definitivamente não gosto dele. Ele me irrita.
Na verdade, sempre me irritou, mas eu não entendia ainda o porquê.
Inicialmente, achei que era pela falta de praticidade do serviço, em que você precisava acessar a página do site para ficar acompanhando o que todo mundo escreveu.
Mas aí me mostraram um plug-in do meu browser que avisa real-time quando alguém twita algo novo. Com isso, achei que finalmente veria alguma utilidade no negócio, uma vez que cada novo “tweet” apareceria automaticamente na minha tela.
De fato, foi isso que aconteceu. Só que foi justamente isso que me mostrou o que eu não gosto em relação ao bicho.
Pela limitação de caracteres para cada novo tweet, a hora que o popup aparece, você de cara já leu tudo. E isso é altamente angustiante.
Descobri que eu NÃO QUERO ler tudo que todo mundo acha interessante. Quero me reservar o direito a saber o assunto, pensar a respeito e, CASO ME INTERESSE, ler o que a pessoa tem a falar sobre isso. Só que não dá tempo. Quando me dou conta, já li tudo. Afinal, são só 140 caracteres.
É como este post. Quem não se interessa pelo Twitter ou minhas opiniões a respeito já ficou pelo caminho e mudou a página. Ninguém é OBRIGADO a saber se eu gosto ou não e o que eu penso sobre o assunto. Mas no Twitter é assim que funciona.
Sempre que aparece um tweet com alguma bobagem, fico com aquela incômoda sensação de ter sido “obrigado” a perder um segundo da minha vida para saber de algo desnecessário simplesmente porque alguém achou que TODO MUNDO deveria saber.
Tem gente que twita dezenas de vezes por dia, uma verdadeira hemorragia que fica piscando na tela o dia todo, com coisas como “Vejam que site legal”, “Segunda-feira... e já estou cansado!!! AFFF!“, “Show do Jeito Moleque sábado! Eu vou!!! UHUUU!!!”, etc.
Tô fora.
HOLLYWOOD EM VERSÃO BOLLYWOOD
Sei que ninguém aguenta mais ouvir falar da Índia depois dessa interminável angústia que foi a novela da Globo, mas meu amigo Tonho Cattuzzo me passou algo relacionado ao tema que eu simplesmente TIVE que postar aqui.
Dada a escassez de recursos que existe por lá, muitas vezes os indianos são obrigados a improvisar quando não conseguem fazer as coisas da maneira mais, digamos, adequada. Isso significa que, nos cinemas, por não poderem contar com cartazes enormes, caprichosamente impressos em papel couché, eles acabam tendo que optar pela técnica do “faça você mesmo algo mais ou menos parecido que tá bom”.
O resultado é impagável e senti até lágrimas de emoção nos olhos ao me deparar com um cartaz de um dos filmes que deram origem ao nome deste blog: a genial saga “Evil Dead”.
Tosco total, mas inegavelmente “GROOVY”, como diria o Ash, protagonista da série.
P.S. Queria muito referenciar (e reverenciar) o blog de onde saíram estas pérolas, mas não tenho o endereço. Conseguindo, posto aqui.





Dada a escassez de recursos que existe por lá, muitas vezes os indianos são obrigados a improvisar quando não conseguem fazer as coisas da maneira mais, digamos, adequada. Isso significa que, nos cinemas, por não poderem contar com cartazes enormes, caprichosamente impressos em papel couché, eles acabam tendo que optar pela técnica do “faça você mesmo algo mais ou menos parecido que tá bom”.
O resultado é impagável e senti até lágrimas de emoção nos olhos ao me deparar com um cartaz de um dos filmes que deram origem ao nome deste blog: a genial saga “Evil Dead”.
Tosco total, mas inegavelmente “GROOVY”, como diria o Ash, protagonista da série.
P.S. Queria muito referenciar (e reverenciar) o blog de onde saíram estas pérolas, mas não tenho o endereço. Conseguindo, posto aqui.





FISICO NA CABEÇA
Post relâmpago para vocês que, como eu, estavam ansiosos pra ver como ficaria o casco do Fisichella agora que ele é piloto Ferrari (pensando bem, acho que ninguém mais além de mim dá a mínima, né?).
Em todo caso, o blog é meu, então aí vão duas fotos do novo design (deve ser por este tipo de atitude que eu tenho - num bom dia - 2 ou 3 leitores). As fotos são do ótimo site F1-Live.

Em todo caso, o blog é meu, então aí vão duas fotos do novo design (deve ser por este tipo de atitude que eu tenho - num bom dia - 2 ou 3 leitores). As fotos são do ótimo site F1-Live.

domingo, 6 de setembro de 2009
RETURN OF THE SON OF MOVIES AT THE FOOT OF THE LETTER
Mais um post da série "Como seriam os títulos dos filmes estrangeiros no Brasil se tivessem sido traduzidos ao pé da letra". Algumas pessoas me pediram mais exemplos, então aqui vai uma segunda leva de filmes.
Aos que não pediram porcaria nenhuma, por favor não se desesperem. Prometo parar com isso depois destes filmes.




Aos que não pediram porcaria nenhuma, por favor não se desesperem. Prometo parar com isso depois destes filmes.




sábado, 5 de setembro de 2009
JOÃO É MARIA
"O Código da Vinci" rendeu uma nova marchinha de carnaval (cantem junto):
"Maria Madalena, Madalão, Madalão...
de dia é Maria e durante 500 anos é João"
Não sei bem o motivo, mas estava pensando no livro "O Código da Vinci" de Dan Brown, mais precisamente na parte em que analisam as supostas mensagens escondidas no famoso quadro "A Santa Ceia".
Para quem não leu o livro ou não assistiu ao filme (duvido que existam muitas pessoas assim), a teoria é que o apóstolo João, ao lado de Jesus, seria de fato Maria Madalena.
Aí eu pergunto: O quadro foi pintado em 1495, visto por dezenas de milhões de pessoas ao longo da história e só agora, 500 ANOS DEPOIS, alguém percebeu que aquela mulher que o Leonardo da Vinci desenhou é DE FATO uma mulher, e não um homem. Será que não seria o caso de mudar o nome do quadro pra "A Santa FEIA"?
Han? Han? Han?
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O HISTÓRICO ENCONTRO ENTRE BRIAN MAY E EDDIE VAN HALEN

Fazia tempo que eu não postava nada sobre sons imperdíveis (na verdade não, porque postei o Hino Nacional cantado pela Vanusa ontem, mas digamos que aquilo é imperdível por um motivo totalmente diferente).
Estava eu dando uma fuçada em alguns sons que eu não ouvia há tempos e encontrei uma pérola de 1983: o “Star Fleet Project” que o Brian May gravou com alguns amiguinhos em apenas dois dias, entre um disco do Queen e outro.
São só 3 músicas (tudo bem que uma delas beira os 13 minutos), mas o que torna este disco tão memorável é que ele é um registro de um encontro musical entre Brian May e Eddie van Halen.
Além dos dois, a banda contava com Alan Gratzer na bateria, Phil Chen no baixo e Fred Mandel nos teclados.
Os cinco se encontraram para gravar uma versão hard-rock da música "Star Fleet", tema de um seriado japonês de ficção científica com marionetes - bem no estilo "Thunderbirds".
Para quem quiser ouvir como ficou, eu GENTILMENTE posto o clipe (tosco) da música abaixo.
De qualquer forma, nestes dois dias, os cinco gravaram também dois blues, um deles uma homenagem instrumental ao Eric Clapton (a tal música de 13 minutos), que mostra claramente os estilos do May e do van Halen enquanto eles trocam solos incendiários.
O Brian May felizmente decidiu lançar a gravação em um EP e eu fui um dos felizardos que conseguiu achar o vinil na época.
Mais que um disco-solo do Brian May, é uma jam-session despretensiosa entre 5 amigos, sendo que dois destes “amigos” são simplesmente os geniais Brian May e Eddie van Halen.
Fala sério. Dois deuses da guitarra tocando tema de abertura de seriado japonês: não tinha como não ficar FUCKIN' AWEWSOME, né não?
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Ó TERRA AMADA, IDOLATRADA, RISONHA E LÍMPIDA
Post rapidíssimo, mas não pude deixar de comentar a performance da cantora Vanusa no Primeiro Encontro Estadual de Agentes Públicos, em que ela bradou, de forma retumbante, o Hino Nacional Brasileiro no melhor estilo Fernando Vanucci.
Alega ela que cantou desta forma porque estava sob efeito do medicamento para labirintite Vertix, mas o fato é que a impressão que foi passada é que ela estava cantando completamente chapada.
Seja qual for o motivo, o resultado é impagável, risonho e límpido.
Vê aê:
Alega ela que cantou desta forma porque estava sob efeito do medicamento para labirintite Vertix, mas o fato é que a impressão que foi passada é que ela estava cantando completamente chapada.
Seja qual for o motivo, o resultado é impagável, risonho e límpido.
Vê aê:
A NOVA CAMISA DA ALEMANHA

Como diria o Vanucci, a África do Sul é logo ali, então já começam a sair os novos uniformes das seleções para a competição. Pra quem gosta de camisa de futebol, como é o caso deste que vos escreve, é uma época deveras divertida (não se usa muito “deveras” esses dias).
Hoje, no footballshirtculture.com, vazou a suposta (praticamente confirmada) nova camisa da Alemanha, pra quem não sabe, minha seleção favorita entre todas.
Design simples, lembra o uniforme da Euro Copa de 1996. Ficou bacana e dá a dica para os templates que a Adidas deve utilizar na confecção dos uniformes de suas outras seleções.
Mais umas fotinhos para que vocês tirem suas próprias conclusões. A segunda foto mostra um teaser do que parece ser o segundo uniforme, de novo em vermelho :-S.
Aparecendo na mídia, posto aqui.

domingo, 30 de agosto de 2009
F1 2009 - GP DA BÉLGICA
estreou um novo carro no GP da Bélgica que o permitiu soltar fumaça
nos adversários, óleo na pista e até mesmo labaredas de fogo nos boxes.
nos adversários, óleo na pista e até mesmo labaredas de fogo nos boxes.
E, mais uma vez, o GP da Bélgica justificou seu status de corrida mais esperada do ano. Além de ser um circuito belíssimo, as corridas por lá sempre trazem algo divertido. Este ano não foi diferente.
A começar pela brilhante – e ainda para mim inexplicável – pole do Giancarlo Fisichella, com seu compatriota Jarno Trulli da Toyota (não gosto da Toyota) na segunda posição.
Olhando o grid antes da prova, tinha-se a impressão que teríamos uma disputa entre o Barrichello e o Raikkonen, os outros pilotos na condição de meros coadjuvantes. Mas a Force India se manteve competitiva a corrida toda, o Fisico chegando colado na Ferrari do Raikkonen e realizando provavelmente a melhor prova de toda a carreira.
Com as especulações de que o piloto italiano poderia ocupar o cockpit do lastimável “Look How Bad You Are”, acho que o fato de ter feito esta corridaça sem ter impedido a vitória do Kimi pode influenciar na hora de escolher o substituto do Massa para as próximas corridas (ainda mais levando-se em conta que o próximo GP é o de Monza).
Com esta 18a vitória, o Raikkonen encerra um jejum de 26 corridas sem ganhar e, visualmente, dava pra notar o quanto esta conquista representou para o normalmente frio piloto finlandês, que chegou até a esboçar um leve sorriso no pódio ao receber seu troféu. Emoção pura!
Aliás, emoção foi algo que não faltou na prova, começando pela largada. Antes mesmo da batida entre Button, Hamilton, Grosjean e Alguersuari (ô nominho), nosso bom e velho Barrichello já havia anulado aquela perspectiva de que iria disputar a liderança da prova com o Raikkonen e apagado aquela sensação que alguns otimistas como o Galvão Bueno tinham de que o GP de Valência havia sido “o ponto da virada para o Barrichello”
Quando as luzes se apagaram, em vez de largar como todo mundo, ele simplesmente esperou o grid todo passar e aí começar a acelerar. Vale lembrar que ele já havia realizado esta estranha manobra outras duas vezes na temporada, SEI LÁ POR QUÊ.
Aí, com a antecipação do pitstop do Barrica em função da entrada do safety car, o Galvão nos alertou que agora era só esperar os outros fazerem suas paradas pra gente ver o piloto brasileiro subir vertiginosamente na classificação. Mas, curiosamente, por mais que as pessoas parassem à sua frente e por mais que ele parecia estar veloz de verdade, ultrapassando todo mundo, ele não se aproximava da zona de pontuação. Parece impossível isso, mas vale lembrar que ele já havia conseguido fazer isso no GP da Hungria.
No final, os pontinhos vieram, mas resta saber se a FIA vai ou não punir o brasileiro por ter corrido as últimas 3 voltas soltando mais óleo que uma refniaria. Tudo bem que era fim de prova, tinha pontos em jogo, o cara tá na luta (ahã) pelo campeonato, mas o fato é que a atitude da Brawn de mantê-lo na prova poderia ter tornado a pista escorregadia, ocasionando algum acidente. Vamos ver o que a FIA decide.
Por falar em acidente, confesso que não sabia das especulações sobre o Briatore. O Reginaldo Leme informa que há suspeitas (aparentemente fundadas) de que o dirigente italiano teria “provocado” uma batida com seu piloto Neslinho Piquet para beneficiar o Alonso no ano passado. Não sei ao certo o quanto disso é verdade e quanto é pura especulação, mas imagino que algo dessa magnitude traria a Renault abaixo e poderia até dar cadeia pro Poderoso Chefão da equipe. Vamos aguardar as apurações e ver o que rola, mas é curioso pensar que o último grande escândalo na F1 foi aquele caso de espionagem da McLaren. E o pivô da crise toda foi justamente o Fernando Alonso. Não quero insinuar nada, mas...
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
MOVIES AT THE FOOT OF THE LETTER
Estávamos comentando outro dia sobre como alguns títulos de filmes são inadequados quando traduzidos de forma "criativa" para outro idioma.
O motivo de tal divagação foi um site que encontramos que mostrava como a tradução dos títulos literalmente matava o filme, muitas vezes revelando seu enredo todo.
Tipo: “O Filho Que Era a Mãe” para “Psicose” ou "A Mulher Que Viveu Duas Vezes" para "Vertigo", ambos do genial Alfred Hitchcock.
Sempre achei isso tudo muito engraçado, mas meio que uma lenda urbana. Até que me lembrei de uma cena da minha infância.
Uma vez meu pai, gargalhando sonoramente, me mostrou o jornal com a programação do dia. Entre os filmes, estava um que era sobre sete amigos que embarcavam numa viagem cruzando os EUA para se juntar ao exército confederado durante a Guerra Civil. O título original do filme era “Journey to Shiloh”, título este que, numa tradução normal, viraria “Jornada a Shiloh” ou “Viagem a Shiloh” (Shiloh sendo o nome da cidade para a qual os sete amigos viajam).
Mas os tradutores não queriam um título tão “enigmático”. Então preferiram chamar o filme de “Seis Não Voltaram”, talvez numa alusão doentia ao romance de Maria José Dupré – “Éramos Seis”.
Então a gente sabia logo de cara que, dos sete amigos que embarcaram na jornada, SEIS deles não conseguiriam voltar pra casa. Alguém se interessa em ver o filme agora?
É mais ou menos como chamar o “Sexto Sentido” de “O Fantasma Que Ajudou o Garoto a Conviver com os Outros Fantasmas”.
Aí comecei a pensar no outro extremo. E se não houvesse NENHUMA criatividade dos tradutores na hora de bolar o título em português?
Bom, vamos a alguns exemplos e depois vocês decidem se é melhor o 8 ou o 80.




O motivo de tal divagação foi um site que encontramos que mostrava como a tradução dos títulos literalmente matava o filme, muitas vezes revelando seu enredo todo.
Tipo: “O Filho Que Era a Mãe” para “Psicose” ou "A Mulher Que Viveu Duas Vezes" para "Vertigo", ambos do genial Alfred Hitchcock.
Sempre achei isso tudo muito engraçado, mas meio que uma lenda urbana. Até que me lembrei de uma cena da minha infância.
Uma vez meu pai, gargalhando sonoramente, me mostrou o jornal com a programação do dia. Entre os filmes, estava um que era sobre sete amigos que embarcavam numa viagem cruzando os EUA para se juntar ao exército confederado durante a Guerra Civil. O título original do filme era “Journey to Shiloh”, título este que, numa tradução normal, viraria “Jornada a Shiloh” ou “Viagem a Shiloh” (Shiloh sendo o nome da cidade para a qual os sete amigos viajam).
Mas os tradutores não queriam um título tão “enigmático”. Então preferiram chamar o filme de “Seis Não Voltaram”, talvez numa alusão doentia ao romance de Maria José Dupré – “Éramos Seis”.
Então a gente sabia logo de cara que, dos sete amigos que embarcaram na jornada, SEIS deles não conseguiriam voltar pra casa. Alguém se interessa em ver o filme agora?
É mais ou menos como chamar o “Sexto Sentido” de “O Fantasma Que Ajudou o Garoto a Conviver com os Outros Fantasmas”.
Aí comecei a pensar no outro extremo. E se não houvesse NENHUMA criatividade dos tradutores na hora de bolar o título em português?
Bom, vamos a alguns exemplos e depois vocês decidem se é melhor o 8 ou o 80.




domingo, 23 de agosto de 2009
F1 2009 - GP DA EUROPA
Depois de voltar a vencer só por ter a pintura deFelipe Massa no seu capacete, Rubens Barrichello
teria desenvolvido uma tática infalível para o GP da Bélgica:
homenagear O MAIOR NÚMERO DE PILOTOS
BRASILEIROS POSSÍVEL, de uma só vez.
Fim de semana de corrida, o que significa post sobre a F1, para desespero dos leitores que não suportam mais ler meus posts sobre F1.
Enfim, vitória do Barrichello, 100a vitória do Brasil na categoria e, vamos admitir, conquista merecida pela ótima corrida que o brasileiro fez, voltando à vice-liderança do campeonato. Critico quando necessário (e quando fico com vontade), mas dou o crédito quando é merecido.
Mas ainda acho que essa atuação do Rubinho tem a ver com a nova pintura do capacete dele, uma homenagem ao amigo Felipe Massa que, se foi bonita como homenagem, foi horrível como manifestação artística, com o verde e amarelo do Massa não combinando em nada com o vermelho e azul do Barrica.
De qualquer forma, a partir de agora, quando tirarem sarro do Barrichello, ele poderá dizer, como sugeriu o Galvão: “Eu sou Rubens Barrichello. Eu já ganhei dez corridas na Fórmula 1”. Até hoje, o máximo que ele podia dizer para rebater as críticas era: “Eu sou Rubens Barrichello. Eu já ganhei NOVE corridas na Fórmula 1”. Então tá.
Claro que a vitória do Barrica teve uma certa ajudinha da McLaren, que primeiro impressionou ao largar em 1o e 2o e sair abrindo vantagem no começo da corrida, e depois fez uma burrada astronômica com o pitstop do Hamilton, que lembrou aquelas paradas Didi, Dedé, Mussum e Zacarias que a Williams cismava em fazer com o Mansell. Alguém errou feio e tirou do Hamilton a chance de ganhar a segunda consecutiva.
A Ferrari fez bonito com o Raikkonen, que chegou ao pódio de novo, e fez muito, MUITO feio com o Badoer, o que, como vocês podem ver pelo meu post há alguns dias, era mais do que esperado. Digo que foi a Ferrari que fez feio porque todo mundo sabia que isso ia acontecer. E eles insistiram na burrada.
Só não achei que seria TÃO ruim. O cara largou lá atrás, rodou, foi penalizado pela direção de prova tanto nos treinos – em que excedeu o limite de velocidade dos pits QUATRO VEZES – quanto na corrida, ao pisar na linha branca da saída dos boxes. Aliás, conseguiu ainda a proeza de ter sido ultrapassado DENTRO do pitlane.
Para resumir: no único lugar da pista toda em que ele foi veloz (a ponto de ser multado quatro vezes), ele foi ultrapassado. Patética corrida que só serviu pra aumentar ainda mais a vantagem que ele tem no questio “corridas sem marcar pontos”. Agora são 50, contra 34 do segundo lugar Brett Lunger (acharam que este vice ia sobrar pro Rubinho também, né?).
De resto, nosso amigo Rosberg fez tudo certinho e levou mais alguns pontinhos pra casa, aumentando progressivamente aquela sensação de que ele estará num carro de ponta no ano que vem. Tá na hora mesmo.
O Timo Glock abocanhou a primeira volta mais rápida da carreira, o que é bacana pelo piloto competente e talentoso que é (apesar de eu pessoalmente não suportar a Toyota como equipe. Mas isso é só um desabafo mesmo, não tendo relação nenhuma com o feito do Glock. Desculpem).
Enfim, Button ainda líder, o segundo piloto Barrichello tirando pontos do Webber e do Vettel (que nem pontuaram nesta corrida) e assumindo a vice-liderança, McLaren andando forte e Ferrari melhorando progressivamente. Depois do susto que a Red Bull deu ao desbancar a Brawn há algumas corridas, me parece que o título do Button voltou a ser apenas uma questão de tempo mesmo.
Só pra fechar, a pérola desta transmissão, por incrível que pareça, veio do bom Reginaldo Leme e não do lastimável Galvão Bueno. Foi dele a impagável frase: “A beleza do circuito é uma coisa linda!”
Ahã.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
UMA SINGELA ODE A CLIENTES E ATENDIMENTOS

Post rápido, mas pelo menos com trilha.
Descobri duas coisas hoje. Uma foi que ainda tinha este sonzinho, que eu havia dado como perdido, mas acabei encontrando em meio à tralha digital que existe dentro do meu computador. A outra coisa foi que o houndbite, um site que permite fazer o upload e embedding de músicas em sites e blogs, voltou a funcionar depois de um bom tempo parado. Iupi.
De qualquer forma, taí mais uma daqueles sons que vocês não encontram em qualquer lugar, e imagino que quem trabalha com criação publicitária e tem que lidar com as “sugestões criativas” dos clientes vai se identificar rapidamente com a música.
Ouve aê.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
ACELERA JUCELEI!

Fiquei sabendo outro dia de um advogado chamado Jucelei Tavares Menezes, que foi surpreendido pela multa acima e alega que houve erro.
O motivo desta contestação é o fato da multa informar que ele foi flagrado dirigindo a 4.800km por hora, e seu carro era um Gol 1.6.
O fato me levou a deliberar sobre o que isso significava de fato – dirigir a quase 5.000km por hora.
Para efeitos de comparação, se o cara saísse de São Paulo, levaria só uma horinha para chegar até a Cidade do Panamá (descontando o tempo perdido com tráfego e acidentes geográficos tipo OS ANDES).
A mais veloz aeronave civil, o Concorde (na época em que eles ainda voavam), cruzava a uma velocidade média de uns 2.100km/h, menos da metade do Jucelei, com a vantagem de que o Concorde atingia esta velocidade voando, enquanto o nosso amigo conseguiu a proeza de fazer isso com as quatro rodas no asfalto.
Outro exemplo: se você pega um revolver .38 e dá um tiro, a bala viaja a uma velocidade entre 400 e 1000 km/h. O que significa que o Jucelei ganharia um “racha” com uma bala de revolver.
Aí, digamos que o racha ocorresse na linha do equador (imaginando, claro, que ela fosse asfaltada), o Jucelei seguiria por ela, dando a volta ao mundo em 8 horas e 20 minutos. A bala desistira logo no primeiro quilômetro.
Se a gente quisesse fazer uma comparação muito feia com outro brasileiro, suponhamos que ele e o Barrichello alinhassem para uma corrida ao redor do mundo. Para efeitos de simulação, vamos imaginar que o Barrica corra a uma média de 300km/h. A partir da luz verde, ele levaria 5,5 dias para completar uma única volta. E quando conseguisse, estaria (em segundo lugar, claro) com 16 voltas de desvantagem para nosso herói Jucelei Tavares Menezes.
E ainda querem MULTAR o Jucelei por isso...
Indo para o trabalho outro dia, Jucelei errou uma curva e só se deu conta do erro alguns segundos depois, já no meio do
Oceano Atlântico, ao ouvir o boom sônico do seu Golzinho 1.6.
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