sábado, 16 de janeiro de 2010

A VANTAGEM COMPETITIVA QUE É CHAMAR SEU FILHO DE MICHAEL

O cantor Michael Bolton recentemente teria fundado
uma entidade de apoio às pessoas que, assim como ele,
tem o nome Michael, mas não possuem
UM PINGO DE TALENTO.


Com o retorno do Michael Schumacher às pistas, me dei conta de quanta gente boa existe com o mesmo prenome.

O Schumacher é indiscutivelmente o melhor piloto de F1 da história (apesar de algumas pessoas ainda acharem que o Senna era melhor, MAS NÃO ERA). Com 7 títulos mundiais e 91 vitórias, duvido que algum piloto consiga superar as marcas deste que, provavelmente, vai fazer com que estes números cresçam ainda mais este ano.

Aí parei pra pensar que no basquete, existia o Michael Jordan, jogador que já levou 6 MVPs (Most Valuable Player) da NBA, 2 ouros olímpicos e foi eleito pela revista SLAM como o melhor jogador de basquete da história.

Fora das quadras e pra dentro da piscina, temos o Michael Phelps, o maior nadador de todos os tempos, com 14 medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos (incluindo o recorde de medalhas de ouro ganhas em uma única Olimpíada, com 8 em Beijing).

No boxe temos o monstro Mike Tyson, o lutador mais jovem a conquistar o título mudial, com apenas 20 anos. Além disso, acho que foi o primeiro caso de canibalismo transmitido ao vivo pela televisão, naquela luta com o Evander Hollyfield, em que o Tyson “comeu” parte da orelha dele.

No atletismo, quem ainda detém o recorde dos 400m e foi o único atleta a ganhar os 200m e 400m na mesma Olimpíada é o Michael Johnson, durante um bom tempo considerado o “homem mais rápido do mundo”.

Aí temos o universo da música e o astro pop Michael Jackson, que revolucionou com seu álbum “Thriller”, ganhou 15 Grammys e é ainda o cantor com mais discos vendidos na história da indústria fonográfica.

No mundo da literatura, temos mais um Michael (ou seu equivalente espanhol, Miguel) liderando o ranking dos mais importantes livros de ficção da história, com o espetacular “Don Quixote” de Miguel de Cervantes.

Aí temos um cara que virou sinônimo de documentário contundente: o americano Michael Moore, com seu ótimo “Tiros Em Columbine” e sua sequência de filmes que eu particularmente achei mais ou menos, como “Farenheit 9/11” (booooooring). Mas, independente do meu gosto pessoal, pensou em documentário “dedo-na-ferida”, pensou em Michael Moore.

E isso só pra dizer alguns. O que será que acontece com este nome? Por que tanta gente de destaque partilha o mesmo prenome? Coinicidência?

Talvez, porque foi um Michael que deve ter tido justamente o momento mais broxante da história: o Michael Collins. Foi ele o astronauta que foi até a lua com o Aldrin e Armstrong e teve que FICAR NA NAVE enquanto os outros dois pisavam, pela primeira vez na história da humanidade, em um corpo celeste que não fosse a terra. Imagino o quanto o cara ficou frustrado com isso, mas, HEI! Mais uma vez temos um Michael num momento de destaque!

Ou seja, se estiver na dúvida quanto a que nome escolher pro seu filho, acho que uma aposta boa seria chamá-lo de Michael. Nunca se sabe, né não?

Curiosamente – e isso é só uma curiosidade idiota mesmo – nunca houve um presidente americano chamado Michael. Mas como já tivemos presidentes com nome de Zachary, Millard, Ulysses, Rutherford, Grover, Woodrow, Dwight, Lyndon e Barak, imagino que eles realmente não estão NEM AÍ pra isso.

2 comentários:

alebf disse...

vc esqueceu de citar o MAICOSUEL no futebol...mas td bem

Mark disse...

Erm...